

PESSOA
TÚLIO ESPANCA

Nasceu em Vila Viçosa, a 8 de Maio de 1913.
Dedicou toda a sua vida a estudar História e História da Arte. Foi
investigador, escrevia para vários jornais e revistas, publicou livros como o
Guia Histórico-Artístico de Évora (1949/51),
Património Artístico do Concelho de Évora (1957), Évora e o seu Distrito (1959),
Subsídios para a História da Justiça em Évora (1963), Évora (1993).
Foi uma figura muito
importante no campo da História de Arte em Portugal, e contribui com os seus
trabalhos para que Évora fosse Património Mundial. Túlio Espanca faleceu em
Évora a 2 de Maio de 1993.
LUGAR
TEMPLO ROMANO
Há uns séculos atrás, os romanos deixaram-nos várias coisas como,
as estradas, as pontes, aquedutos, a sua língua (latim) e monumentos variados e
um dos mais conhecidos é o templo romano.
Trata-se de um templo romano rectangular, que fazia parte de uma
grande praça – o fórum – que era o centro do culto religioso e do culto
imperial da Ebora Liberalitas
Júlia (nome antigo de Évora).

TRADIÇÃO
A LENDA DO GERALDO
GERALDES, O SEM PAVOR
Na
corte de D. Afonso Henriques havia um fidalgo chamado Giraldo Geraldes,
conhecido também pelo Sem Pavor. Ao matar um cavaleiro cristão cometeu um crime
sem perdão e Giraldo Geraldes decidiu conquistar Évora para resgatar a sua
honra e o perdão para os seus homens. Disfarçado de trovador, numa noite, o Sem
Pavor subiu sozinho a uma torre do castelo que era vigiada por um velho mouro e
pela sua filha e matou os dois mouros, conquistando a chave das portas da
cidade.
No dia seguinte, D. Afonso Henriques recebeu a
grande novidade e ficou tão feliz, que devolveu a Giraldo Geraldes as chaves da
cidade, bem como a espada, nomeando-o alcaide perpétuo de Évora. Ainda hoje, a
cidade tem no brasão, a figura heróica de Giraldo Geraldes e as duas cabeças
dos mouros, para além de ter o seu nome na Praça Principal.

Turma do 4 º ano da Escola EB1 de Canaviais
Professor: Luís Taborda